Um massivo ataque combinado de mísseis balísticos e drones promovido pelas forças russas atingiu a região de Kiev e áreas do entorno, deixando pelo menos 17 mortos e 44 feridos. A ofensiva provocou incêndios em instalações logísticas, galpões comerciais e edifícios residenciais.
O bombardeio é considerado um dos mais violentos registrados na região da capital ucraniana nas últimas semanas.
🚀 Mísseis balísticos furam defesas e atingem infraestrutura
De acordo com o comando militar local e relatórios divulgados pelo portal Kyiv Independent e pela agência Reuters via Al-Monitor, o ataque utilizou mísseis de alta velocidade combinados com dezenas de drones de ataque.
Entre os principais locais atingidos estão:
Centros de Distribuição e Galpões: Complexos logísticos de grandes redes varejistas — como as empresas Rozetka e Novus — foram atingidos por impactos diretos, desencadeando incêndios de grandes proporções.
Estações Ferroviárias: Em um dos pontos mais atingidos na região de Brovary, oito pessoas morreram na plataforma de uma estação após a queda de projéteis.
Prédios Residenciais: Estruturas habitacionais sofreram danos severos por colisão e queda de destroços intercetados.
Risco Químico Contido: A administração local reportou um vazamento de amônia provocado pelos bombardeios em uma área industrial, que foi rapidamente controlado pelas equipes de emergência.
📢 Zelensky cobra reforço de interceptadores antiaéreos
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, manifestou-se logo após as operações de resgate, enfatizando que a escassez de munições para sistemas antiaéreos avançados — como as baterias Patriot — tem custado vidas civis.
"Interceptadores de mísseis balísticos poderiam ter salvo as vidas daqueles que morreram hoje. É fundamental que nossos parceiros compreendam que o atraso no envio dessas armas se traduz em vítimas e destruição", afirmou o líder ucraniano em comunicado repercutido pela Folha de S.Paulo e pelo Kyiv Independent.
Autoridades da União Europeia também condenaram a nova onda de bombardeiros contra centros urbanos e reiteraram o compromisso com o apoio militar e financeiro a Kiev.



