Domingo, 01 de novembro de 2026
Cidades

Câmara de Betim aprova projeto que cria Política Municipal de Zeladoria Inteligente

Proposta incentiva o uso de ferramentas digitais para moradores comunicarem problemas urbanos; aprovação não significa que uma plataforma já esteja em funcionamento

Câmara de Betim aprova projeto que cria Política Municipal de Zeladoria Inteligente

A Câmara Municipal de Betim aprovou o Projeto de Lei nº 231/2026, que institui a Política Municipal de Zeladoria Inteligente e Participação Cidadã. A proposta, de autoria do vereador Kenin do G10, busca incentivar a participação dos moradores na identificação e comunicação de problemas relacionados à manutenção dos espaços públicos.

O texto prevê o estímulo ao uso de ferramentas digitais para que a população possa registrar ocorrências, informar a localização dos problemas e acompanhar as solicitações encaminhadas ao poder público.

Quais problemas poderão ser comunicados?

Entre as situações contempladas pela proposta estão buracos em vias públicas, falhas na iluminação, descarte irregular de resíduos, necessidade de capina e poda, problemas em praças e parques e dificuldades relacionadas à drenagem urbana.

A ideia é aproximar a população dos serviços municipais e facilitar a identificação de demandas que precisam de atenção da administração pública.

Como foi a votação?

O projeto recebeu 16 votos favoráveis na primeira discussão, realizada em 20 de outubro, e outros 16 votos favoráveis na segunda discussão, em 27 de outubro.

A aprovação representa uma etapa importante da tramitação legislativa, mas não significa que um aplicativo ou sistema digital já esteja disponível para os moradores.

O que acontece agora?

A implementação de medidas previstas na política depende dos procedimentos legais e administrativos necessários, além das decisões do Poder Executivo.

O projeto não estabelece, por si só, uma data para lançamento de uma plataforma nem garante que todos os serviços citados passarão a ser acompanhados digitalmente de forma imediata.

A proposta coloca em debate o uso da tecnologia como ferramenta de participação popular e fiscalização dos serviços urbanos em Betim.